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Enformados, Informados e (Trans)formados |
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Escrito por Nilton Bruno Tomelin
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Qua, 03 de Março de 2010 13:05 |
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O início de um ano letivo é sempre um tempo de surpresas, descobertas, novidades, incertezas. Para algumas crianças será a primeira oportunidade de pisar no chão de uma sala de aula, e para estas, estes sentimentos são ainda mais fluentes. Gera-se um clima de ansiedade, suspense, quase magia. Uma expectativa que se transfere também para a família, que está apresentando seu rebento a um novo mundo, a um novo lar. É algo realmente humano, este momento de mudança na vida de centenas de crianças.
Muitas outras, entretanto, retornarão a mesma rotina que freqüentam há anos. Nem sempre este retorno se reveste de bons sentimentos. Alguns chegam a afirmar que estão reiniciando a batalha, como se travassem uma verdadeira guerra contra aquilo que outrora se revestia de magia. Para muitos a magia se foi, o encantamento virou monotonia, o saber deixou a face da descoberta e ocupa a do fardo. Alguns retornam para repetir àquilo que não foram capazes de fazer no passado. Evidentemente, isto não exclui muitos educadores que somam décadas de trabalho e alguns dias de experiência. Aqueles que retornam para cumprir mais um passo em direção à aposentadoria.
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Escrito por SEBASTIÃO FERNANDES SARDINHA
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Qua, 03 de Março de 2010 13:06 |
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A CELA DE AULAS
O território fora do lugar
“A escola tem de ser boa. Criança não é masoquista de ficar numa escola ruim. Escola tem de ser bonita bem equipada e com professores competentes” Cristovam Buarque- educador.
A “sala” de aulas é uma variação bizarra da cela eclesiástica presente nos conventos e seminários ao longo da história.
A “sala” é ergonomicamente construída para oprimir, vexaminar o educando e reafirmar o poder opressório do sistema, na figura do professor, consolidando seu status superior.
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Tornando-se você: orientação profissional |
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Escrito por Ivan Fortunato
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Qua, 03 de Março de 2010 14:37 |
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Quem nunca, quando criança, sonhou com o que seria quando fosse grande? Estava pensando nisso num dia desses, e até tentei contar quantas profissões já quis ser, mas desisti antes que provasse que a matemática está errada, e que de fato existe um número maior que o infinito.
Com três, quatro ou cinco anos, eu me fantasiava de super-herói, e podia voar, atravessar paredes e até salvar meus companheiros (imaginários) de meteoros (imaginários) ou de monstros (não tão imaginários assim), mas nunca podia ir além do quintal de minha casa, e sempre que estava sobrevoando a cidade perdida de Tamagalópolis, era hora de jantar, de tomar banho ou de arrumar o quarto – trabalho impossível de ser realizado até por quem tem superpoderes.
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