Algumas plataformas e recursos educativos digitais utilizados nas escolas públicas portuguesas
Atualmente os docentes nas escolas públicas portuguesas já constroem recursos educativos digitais que motivam a aprendizagem ativa dos alunos, ao contrário do que sucedia, por exemplo, em 2012. Nesta altura, existiam determinadas dificuldades e obstáculos ao uso de recursos educativos digitais pelos educadores e pelos professores em contexto de sala de aula relacionados com as condições logísticas e de infraestruturas nas escolas, como, por exemplo, a falta de equipamentos e acesso à internet (a falta de fiabilidade e velocidade de acesso, a partir da sala de aula, através da rede WiFi ou outro tipo de acesso à internet) a falta de aplicativos ou extensões de programas (plugins) instalados nos respetivos computadores dos alunos que permitissem correr determinado tipo de software e recursos educativos. Ainda em 2012 existiam dificuldades relacionadas com a existência e o acesso a recursos de qualidade e licenciamentos adequados à utilização, uma vez que, em determinadas disciplinas curriculares existiam muito poucos recursos digitais disponíveis. Ao longo dos anos tudo foi mudando e melhorando, designadamente a formação disponibilizada aos educadores e aos professores na área digital, a utilização das tecnologias digitais por parte dos educadores e dos professores com maior frequência e segurança e a partir do ano letivo de 2021-2022 regista-se um maior incremente nas escolas públicas portuguesas destas tecnologias nas salas de aula. Presentemente, ou seja, em finais de 2026 isto não se verifica, uma vez que o Programa de Recuperação e Resiliência, no domínio previsto da Transição Digital da Educação (das Escolas) dotou estas, o pessoal docente e discente de equipamentos de última geração, fiáveis, assim como uma boa cobertura de internet por cabo ou por WIFI. Desta forma, neste âmbito, em 2026 existem muitos recursos digitais de qualidade, que os professores podem explorar com os seus alunos em contexto de sala de aula e fora desta, em qualquer disciplina curricular, que estão alocados em plataformas digitais, nomeadamente: - a plataforma da Porto Editora (Escola Virtual); - a plataforma da Leya Educação (Aula Digital); - a plataforma Escola Amiga da Criança; - o #EstudoEmCasa; - o MILAGE LEARN + / Plataforma Digital de Aprendizagem; - os Laboratórios Virtuais de Aprendizagem; - o Portal das Escolas; - os recursos do YouTube; - o Kahoot; - o Socrative; - os diferentes manuais interativos nos diversos anos de escolaridade; - a metodologia de projeto na promoção das aprendizagens essenciais de diferentes disciplinas curriculares (eTwinning – European School Education Plataform), assim como podem utilizar as ferramentas da inteligência artificial, apenas para citar alguns exemplos: - o ChatGPT; - o Google Gemini; - o Microsoft Copilot; - o MagicSchool; - o Canva; - o Gamma; - a Claude AI, entre outras. Tudo isto pode ser trabalhado com os alunos utilizando ainda a plataforma digital da Google – a Classroom, o Gmail, a Drive, o Meet, o Forms e o Docs, bem como a da Microsoft – o Teams, o Forms, o Word, o Excel, o PowerPoint, o Microsoft 365, o Microsoft Designer, o OneNote, o Outlook, o SharePoint, o OneDrive, o Microsoft Defender e o Clipchamp, entre muitas outras. Todas estas situações têm-se traduzido numa mais-valia para a melhoria das práticas pedagógicas dos docentes, das aprendizagens dos alunos e para a transformação das escolas públicas em Portugal.