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Estudantes intercambistas de 25 países foram recepcionados na tarde desta quinta-feira (12) na Unicamp. Alguns desembarcaram no Brasil poucas horas antes da cerimônia, que contou com apresentações de dança e música, além de um coquetel. A ação de boas vindas foi organizada pela Coordenadoria de Relações Institucionais e Internacionais (Cori). De acordo com o coordenador do órgão, professor Leandro Tessler, a Universidade abriga atualmente em seus campi entre 600 e 800 estudantes estrangeiros. “Na próxima semana, outros 40 estarão chegando, todos vindos da China”, informou. O evento ocorreu no auditório da Biblioteca Central Cesar Lattes (BC-CL).
estrangeiros_mauricio_290x240_.jpgAos recém-chegados, Tessler desejou boa estada e recomendou que eles aproveitem ao máximo a infraestrutura de ensino e pesquisa da Unicamp, bem como o contato com professores, alunos e funcionários. Ao apresentar a Universidade aos intercambistas, o docente lembrou que o esforço de internacionalização que vem sendo feito está intimamente relacionado com as origens da instituição. “A Unicamp já nasceu internacionalizada, pois contou desde o princípio com a colaboração de professores vindos de várias partes do mundo”, explicou.
Maurício Garcia, aluno da Universidade Nacional do Litoral, na Argentina, era um dos presentes à cerimônia. Aluno de Engenharia Química, ele disse que espera desfrutar do conhecimento gerado pela Unicamp, bem como tomar contato com a realidade social do país. “Penso que será uma ótima experiência tanto em termos catedráticos quanto culturais”. Mercedes Sandroni, da Universidade Nacional de Rio Cuarto, também da Argentina, concordou com o compatriota. “Quero aproveitar minha permanência na Unicamp para tomar contato com novas tecnologias e também conhecer melhor a cultura local”, disse, ela que é igualmente aluna de Engenharia Química.
Já Susane Vaz Freitas, doutoranda de Engenharia Biomédica pela Universidade do Porto, em Portugal, adiantou que espera aproveitar a presença na Unicamp para “explorar ao máximo” os conhecimentos da sua orientadora daqui. “Eu a conheço apenas por meio da literatura da área, mas sei que é uma importante expressão”. Assim como os demais intercambistas, Susane também revelou que deseja conhecer um pouco mais a cultura brasileira. “Uma coisa eu já sei: provei pela primeira vez mandioca cozida e adorei”, contou
(Envolverde/Jornal da Unicamp)
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