06/01/2004

Cursos profissionalizantes são porta de saída para adolescentes da Febem

A Escola Profissionalizante Marina Vieira de Carvalho Mesquita forma alunos interessados em 31 cursos e em 50 oficinas. A maioria dos meninos faz questão de freqüentá-los mais de uma vez. Sabem como é importante que conste em seus currículos que estudaram.
Mais da metade dos 1,5 mil adolescentes que cumprem medida socioeducativa com privação de liberdade na Febem do Tatuapé freqüentam os cursos da Escola, que funciona dentro do próprio complexo.

A certificação dos cursos e oficinas é dada pelos parceiros Senai, Senac, Projeto Fique Vivo, Fundação Bradesco, Fundação Paula Souza, Faculdade Cantareira, Universidade Nove de Julho, Comitê para Democratização da Informática, Amcham, PriceWaterHouseCoopers, Sutaco e Projeto Curumim. A intenção é que não sejam discriminados no mercado de trabalho ao informarem que estudaram na Febem.

Os cursos desenvolvem conteúdos relacionados ao mundo do trabalho, oferecendo aos alunos condições para realizar mudanças e obter êxito profissional. Eles escolhem o que gostariam de fazer e depois são submetidos a testes de aptidão para que fique garantido o total aproveitamento do conteúdo educacional.

Quando tem bom desempenho e apresenta facilidade na realização das tarefas, pode continuar na turma como monitor. Além dos adolescentes infratores, funcionários de outras unidades também participam dos cursos. A Escola Profissionalizante funciona como centro de referência da Febem.


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