14/06/2005

Escolas de fábrica começam a oferecer cursos profissionalizantes

Brasília - Os cursos das 500 unidades do Programa Escola de Fábrica serão iniciados hoje (13) em 19 estados. Os 10 mil jovens de 16 a 24 anos de idade que serão beneficiados com o ensino de qualificação profissional pertencem à rede pública regular do ensino básico ou fazem parte dos programas educacionais do governo federal. A renda per capita de suas famílias é de, no máximo, um salário mínimo e meio.

Ao cursarem o Escola de Fábrica, os jovens recebem alimentação, uniforme, transporte, material didático e seguro de vida. Os custos dessa ajuda serão bancados por empresas (unidades formadoras), que se responsabilizarão também pela liberação de espaço para as aulas, mobiliário e instrutores para as turmas. Os alunos recebem ainda, do Ministério da Educação, bolsa de meio salário mínimo. O programa tem apoio também das unidades gestoras (prefeituras, organizações não-governamentais, secretarias estaduais e municipais de educação, fundações, escolas e cooperativas) e de unidades formadoras (empresas e indústrias onde funcionará o projeto).

O MEC atua no programa como agente financeiro, fiscalizador e supervisor de todo o processo. O objetivo dessa iniciativa é a inclusão social de estudantes excluídos do mercado de trabalho. Outro propósito é estimular empresas privadas a praticar a responsabilidade social, qualificando pessoas da comunidade em que estão instaladas.

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