Greve continua nas universidades públicas de São Paulo
Funcionários e professores da Universidade de São Paulo (USP), Universidade de Campinas (Unicamp), e Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), permanecem em greve enquanto aguardam a definição sobre o reajuste salarial das categorias.
Até o final desta semana, o Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp) e o Fórum das Seis - que integra os sindicatos de docentes e servidores da três universidades voltarão a se reunir para debater o tema. As principais reivindicações do movimento são o reajuste de 16%, a definição de uma política salarial e o auxílio-alimentação no valor de R$ 130,00.
Até o momento, já foram realizados três encontros entre as duas representações, sempre na Reitoria da Unicamp, em Campinas. Em todas as oportunidades, o Cruesp tem mantido a posição de que não é possível conceder aumento agora devido à alta proporção de gastos com pessoal.
A Unesp foi a primeira das universidades estaduais a deflagrar a greve. Em algumas de suas unidades, a paralisação foi iniciada já no dia 11 de maio. Na Unicamp, até o início da semana, a adesão entre os professores havia atingido quatro das vinte unidades, de acordo com a assessoria de imprensa da Reitoria. Já na USP, as assembléias de professores e funcionários determinaram o começo da greve para o dia 27 de maio. Para a Associação dos Docentes da Universidade (Adusp), até o início da semana 55% dos professores haviam aderido ao movimento. (Agência USP)