28/04/2004

Pesquisa da USP analisa Poluição Atmosférica no Parque do Ibirapuera


Tudo começou com uma simples idéia, depois está simples idéia se transformou na Dissertação de Mestrado, “Avaliação do Potencial Genotóxico da Poluição Atmosférica no Parque do Ibirapuera, São Paulo, com o Bioensaio Trad-SHM de clones da Tradescantia;”, defendida pela bióloga-sanitarista Maria Izildinha Ferreira, na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, que avalia o potencial da poluição do ar ambiente no Parque do Ibirapuera.

As plantas podem ser afetadas pelos poluentes atmosféricos através de muitos mecanismos. Os conhecimentos dos efeitos da poluição do ar na vegetação e o uso de bioindicadores, utilizando plantas para monitorar a qualidade do ar, são ainda muito limitados em países em desenvolvimento.

Neste estudo foram utilizados dosi clones da família Commelinaceae, do gênero Tradescantia. O clone BNL 4430 é mundialmente conhecido e utilizado para monitorar poluições da água, ar e solo, elementos essenciais à vida. Porém, o clone KU 20 por ser altamente mutável em baixas temperaturas é menos utilizado sendo este reservado para o estudo da natureza genética das mutações.

Os resultados foram comparados com os dados da poluição do ar do período, dados fornecidos pela CETESB, que mantém uma estação de monitoramento dentro do parque.

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