Pesquisadores participam de pesquisa meteorológica
No Instituto de Pesquisa Meteorológica (IPMet), localizado no campus da UNESP da cidade de Bauru (SP), uma grande comunidade de cientistas brasileiros e estrangeiros reúnem-se, neste mês de fevereiro, em torno de um mesmo objetivo: pesquisar sobre os mecanismos de transporte e de química do ozônio.
Com investimento de até R$ 30 milhões, o projeto Hibiscus tem a participação do IPMet e da Comunidade Européia, por meio de duas organizações, a Comissão Nacional de Estudos Espaciais (CNES) e a Comissão Nacional de Pesquisa Espacial (CNRS). Dentre os países participantes, estão Alemanha, Dinamarca, Estados Unidos, França, Inglaterra, Itália, Japão, Noruega, Suíça e Rússia.
O projeto Hibiscus utiliza 18 balões que carregam importantes aparelhos de medidas automáticas que permitirão aos cientistas realizarem observações detalhadas da dinâmica, da física e da química dentro da zona da alta e baixa troposfera.
As pesquisas auxiliarão também as informações sobre a poluição do ar, as descargas elétricas e a previsão do tempo. Devem durar cerca de dois meses. O primeiro balão foi lançado no dia 31 de janeiro; os próximos serão lançados ao longo dos meses de fevereiro e março.