Sítio arqueológico em Israel conta com o trabalho de arqueólogos brasileiros
O passado de uma cidade israelense com mais de 18 séculos de história está vindo à superfície com ajuda da arqueologia brasileira, por intermédio do Projeto Apollonia. Coordenado pelo historiador Francisco Marshall, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, o projeto é um programa de pesquisa e formação em arqueologia e história antiga, que possibilitou convênios de cooperação científica entre instituições brasileiras, como o Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP, e estrangeiras, como a Tel Aviv University (TAU).
"O nosso papel no projeto é o de prestar uma assessoria científica", diz a arqueóloga Maria Beatriz Borba Florenzano, responsável pela colaboração do MAE, até há pouco tempo única instituição do País a possuir um programa de pós-graduação em Arqueologia. No Apollonia estão envolvidos desde pesquisadores e professores até alunos de graduação e pós. Desde julho de 1998, já foram realizadas cinco expedições brasileiras ao Mediterrâneo, sendo a última delas em setembro deste ano. (AgênciaUSP).